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	<title>Comentários sobre: O alento do tempo</title>
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	<description>Fotografia profissional, Photoshop, Lightroom. Dicas, pensamentos, artigos, técnicas, por Clicio Barroso</description>
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		<title>Por: Progredir &#124; Raphael Günther</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/o-alento-do-tempo/comment-page-1/#comment-4302</link>
		<dc:creator>Progredir &#124; Raphael Günther</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Oct 2010 11:38:28 +0000</pubDate>
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		<description>[...] seu post O Alento do Tempo, parte da frase “a arte pela arte e o brilho pelo prazer de brilhar são leviandades caras e [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] seu post O Alento do Tempo, parte da frase “a arte pela arte e o brilho pelo prazer de brilhar são leviandades caras e [...]</p>
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		<title>Por: Dante Fabiano</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/o-alento-do-tempo/comment-page-1/#comment-3845</link>
		<dc:creator>Dante Fabiano</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 18:58:16 +0000</pubDate>
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		<description>A auto critica é algo muito difícil, porém extremamente necessária...
Já vi muita gente genial fazendo coisas muito boas e tento vergonha de mostrar, já outras que precisaria de &quot;cimancol&quot;!
Até pra auto critica é preciso parâmetros, referências...
Tanto do ponte de vista comercial quanto artístico nunca sabemos quando ou se vamos agradar....Mas se falando em arte ..Devemos agradar alguém? Ou nos expressar? 
Comercialmente acho que uma possibilidade é ver o que o cliente deseja , mas aí também onde fica a criatividade?
É muito difícil!!!!Acho que só o amor pelo que se faz é que move ainda continuar fazendo, seja bem feito ou não escondido ou querendo aparecer.Bom! Pelo menos eu penso assim, que não  sou grande coisa mas amo fotografar, pretendendo &quot;vender&quot; porque o brinquedo é muito caro pra mim...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A auto critica é algo muito difícil, porém extremamente necessária&#8230;<br />
Já vi muita gente genial fazendo coisas muito boas e tento vergonha de mostrar, já outras que precisaria de &#8220;cimancol&#8221;!<br />
Até pra auto critica é preciso parâmetros, referências&#8230;<br />
Tanto do ponte de vista comercial quanto artístico nunca sabemos quando ou se vamos agradar&#8230;.Mas se falando em arte ..Devemos agradar alguém? Ou nos expressar?<br />
Comercialmente acho que uma possibilidade é ver o que o cliente deseja , mas aí também onde fica a criatividade?<br />
É muito difícil!!!!Acho que só o amor pelo que se faz é que move ainda continuar fazendo, seja bem feito ou não escondido ou querendo aparecer.Bom! Pelo menos eu penso assim, que não  sou grande coisa mas amo fotografar, pretendendo &#8220;vender&#8221; porque o brinquedo é muito caro pra mim&#8230;</p>
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		<title>Por: Wank Carmo</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/o-alento-do-tempo/comment-page-1/#comment-3844</link>
		<dc:creator>Wank Carmo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 01:29:55 +0000</pubDate>
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		<description>Legal! Meu coração apesar de notoriamente mundano – abro um espaço para citar uma frase do Claudio Edinger, quando disse numa oficina que o “35mm é mundano” - , de vez em quando permite-me que busque aconchegos especiais, mas, sob céus de estrelas... Hahaha Me lembrei de “Chão de Estrelas” com Nelson Gonçalves que merece um trago caprichado em sua homenagem.
Olha a internet sendo usada para expressar pensamentos e sentimentos sadios, aí gente. Tenho certeza que é disso que Clicio Barrroso Filho estoca com propriedade.
Detecto uma injustiça com aqueles que carregam no peito, coração de carne, músculos e artéria em vez de gelo: a distância. Ela é muito injusta! Se este país fosse menor, ou, tivéssemos ferrovias com trens balas, provavelmente gargalharíamos um na cara do outro a preços módicos, com mais frequência. Exemplo: estou envergonhadíssimo porque tive dois trabalhos publicados em duas edições na revista S/N editada por Bob Wolfensone Hélio Haras. Recebi dois convites para o coquetel de lançamento e não pude ir por causa da distância, trabalho e os preços das passagens, porque adoro comprar tudo à vista. Daqui prá Sampa, vai uma grana. 
Bem, aí entra de novo, o uso racional e inteligente da internet, e isso foi muito bem colocado por várias pessoas neste oportuno e inteligente post. Aliás, o Clicio é um marqueteiro de mão cheia; o camarada sabe vender-se positivamente, e muito bem. Eu uso um português claro, sem dar voltas; não sou falso! Portanto, é interessante neste ponto estar dentro da rede porque você aprende com ele e com os demais que participam do assunto. Há um aprendizado bom por aqui. E Isso é ótimo. Não há babaquice em participar de um bate papo sadio, instrutivo na rede.
Acredito que já tenhamos falado quase tudo – porque sempre aparecerá uma opinião inteligente para oxigenar as idéias. Mas me lembrei do flick. Nem sei se escrevi direito. Sobre o flick, o flick, o flick, posso dizer que, quem não conhecia meu trabalho ficou conhecendo a partir de uma exibição na página principal do Paraty em Foco, e isto foi articulado pelo Clicio. Assim como também foi exibido no Paraty, no grupo Fototech, um grupo super organizado, e está me faltando tempo para dar atenção e vivenciar este movimento positivo. Mas voltando ao flick, não vejo retorno econômico na exibição de um trabalho por lá. Sabe? Quem irá comprar uma fotografia que esteja no flick? Se alguém puder me explicar ou contar um causo ou caso, agradeço. Eu tenho umas imagens por lá, mas não penso em ficar rico postando minha imagens nesta calmaria internética. Eu sei que não é por ali que se vende as coisas. Nem vou falar sobre as abobrinhas porque acabaria ofendendo e este não é meu objetivo. Até porque, os “cliqueiros” não são políticos e com certeza são bem sadios de cuca, coisa que não acontece com políticos venais.
Agora vamos ao facebook... Ééééé´... O face é bom porque você lê e escreve para pessoas que você gosta, ama, admira de verdade e respeita. Exemplo: o casal dinâmico do Lost Art, Imã de Egberto, Claudio, Neco, Versiani, Adenor, Ana, etc. São pessoas com uma bagagem intelectual fenomenal e que não podemos deixar de estudar. Isso é aula de vida. Mas será um lugar ideal para se conversar? Acho que não. É diferente de ouvir o colega antigão na fotografia sentado na mesa da orgia te contando o último caso que ele cobriu; ou a puta dica rascunhada num guardanapo do buteco.
Guardanapo me fez lembra de Claus Meyer que ministrou uma oficina sobre como fotografar animais com flash menores, tipo quantum. Um dos melhores fotógrafos de natureza que já vi na minha vida. E eu não podia fazer a oficina dele, porque já havia me comprometido em fazer a do Miguel Chikaoka – tudo isso lá na I Bienal de Fotografia em Curitiba, organizada por Orlando Azevedo, um encontro monumental, com direito a Salgado, etc. Lá pelas tantas, entro para ver uma instalação fotográfica do Miguel Rio Branco e quando saio, vejo aquele braço me dando um sinal. Era Claus. Sentei-me e começamos falar de Amazônia. Papo vem, papo vai, ele me fala da sua oficina, e lá pelas tantas, pega um guardanapo e monta uma planta baixa de luz que ele costumeiramente usava para fotografar animais recolhidos em áreas inundadas por hidroelétricas como balbina no amazonas. Saímos, e fomos com a esposa de Luis Garrido fotografar alguns pontos interessantes de Curitiba.
Esse encontro é que verdadeiramente marca a vida das pessoas. No caso de Claus, sou puto com ele até hoje, porque partiu sem nos pedir autorização. Está sentado numa rodada de fotógrafos de várias vertentes, em alguma nuvem cibernética e abismado com o que andam fazendo com o planeta que tanto amava. Paro por aqui... 
Grande abraço para Ana e demais que por aqui passaram e não sentiram que perderam tempo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Legal! Meu coração apesar de notoriamente mundano – abro um espaço para citar uma frase do Claudio Edinger, quando disse numa oficina que o “35mm é mundano” &#8211; , de vez em quando permite-me que busque aconchegos especiais, mas, sob céus de estrelas&#8230; Hahaha Me lembrei de “Chão de Estrelas” com Nelson Gonçalves que merece um trago caprichado em sua homenagem.<br />
Olha a internet sendo usada para expressar pensamentos e sentimentos sadios, aí gente. Tenho certeza que é disso que Clicio Barrroso Filho estoca com propriedade.<br />
Detecto uma injustiça com aqueles que carregam no peito, coração de carne, músculos e artéria em vez de gelo: a distância. Ela é muito injusta! Se este país fosse menor, ou, tivéssemos ferrovias com trens balas, provavelmente gargalharíamos um na cara do outro a preços módicos, com mais frequência. Exemplo: estou envergonhadíssimo porque tive dois trabalhos publicados em duas edições na revista S/N editada por Bob Wolfensone Hélio Haras. Recebi dois convites para o coquetel de lançamento e não pude ir por causa da distância, trabalho e os preços das passagens, porque adoro comprar tudo à vista. Daqui prá Sampa, vai uma grana.<br />
Bem, aí entra de novo, o uso racional e inteligente da internet, e isso foi muito bem colocado por várias pessoas neste oportuno e inteligente post. Aliás, o Clicio é um marqueteiro de mão cheia; o camarada sabe vender-se positivamente, e muito bem. Eu uso um português claro, sem dar voltas; não sou falso! Portanto, é interessante neste ponto estar dentro da rede porque você aprende com ele e com os demais que participam do assunto. Há um aprendizado bom por aqui. E Isso é ótimo. Não há babaquice em participar de um bate papo sadio, instrutivo na rede.<br />
Acredito que já tenhamos falado quase tudo – porque sempre aparecerá uma opinião inteligente para oxigenar as idéias. Mas me lembrei do flick. Nem sei se escrevi direito. Sobre o flick, o flick, o flick, posso dizer que, quem não conhecia meu trabalho ficou conhecendo a partir de uma exibição na página principal do Paraty em Foco, e isto foi articulado pelo Clicio. Assim como também foi exibido no Paraty, no grupo Fototech, um grupo super organizado, e está me faltando tempo para dar atenção e vivenciar este movimento positivo. Mas voltando ao flick, não vejo retorno econômico na exibição de um trabalho por lá. Sabe? Quem irá comprar uma fotografia que esteja no flick? Se alguém puder me explicar ou contar um causo ou caso, agradeço. Eu tenho umas imagens por lá, mas não penso em ficar rico postando minha imagens nesta calmaria internética. Eu sei que não é por ali que se vende as coisas. Nem vou falar sobre as abobrinhas porque acabaria ofendendo e este não é meu objetivo. Até porque, os “cliqueiros” não são políticos e com certeza são bem sadios de cuca, coisa que não acontece com políticos venais.<br />
Agora vamos ao facebook&#8230; Ééééé´&#8230; O face é bom porque você lê e escreve para pessoas que você gosta, ama, admira de verdade e respeita. Exemplo: o casal dinâmico do Lost Art, Imã de Egberto, Claudio, Neco, Versiani, Adenor, Ana, etc. São pessoas com uma bagagem intelectual fenomenal e que não podemos deixar de estudar. Isso é aula de vida. Mas será um lugar ideal para se conversar? Acho que não. É diferente de ouvir o colega antigão na fotografia sentado na mesa da orgia te contando o último caso que ele cobriu; ou a puta dica rascunhada num guardanapo do buteco.<br />
Guardanapo me fez lembra de Claus Meyer que ministrou uma oficina sobre como fotografar animais com flash menores, tipo quantum. Um dos melhores fotógrafos de natureza que já vi na minha vida. E eu não podia fazer a oficina dele, porque já havia me comprometido em fazer a do Miguel Chikaoka – tudo isso lá na I Bienal de Fotografia em Curitiba, organizada por Orlando Azevedo, um encontro monumental, com direito a Salgado, etc. Lá pelas tantas, entro para ver uma instalação fotográfica do Miguel Rio Branco e quando saio, vejo aquele braço me dando um sinal. Era Claus. Sentei-me e começamos falar de Amazônia. Papo vem, papo vai, ele me fala da sua oficina, e lá pelas tantas, pega um guardanapo e monta uma planta baixa de luz que ele costumeiramente usava para fotografar animais recolhidos em áreas inundadas por hidroelétricas como balbina no amazonas. Saímos, e fomos com a esposa de Luis Garrido fotografar alguns pontos interessantes de Curitiba.<br />
Esse encontro é que verdadeiramente marca a vida das pessoas. No caso de Claus, sou puto com ele até hoje, porque partiu sem nos pedir autorização. Está sentado numa rodada de fotógrafos de várias vertentes, em alguma nuvem cibernética e abismado com o que andam fazendo com o planeta que tanto amava. Paro por aqui&#8230;<br />
Grande abraço para Ana e demais que por aqui passaram e não sentiram que perderam tempo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Correia</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/o-alento-do-tempo/comment-page-1/#comment-3842</link>
		<dc:creator>Ana Correia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 12:12:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.clicio.com.br/blog/?p=2940#comment-3842</guid>
		<description>Putz! Wank é massa, quero casar com ele. (risos)
Muito relevante essa temática. ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Putz! Wank é massa, quero casar com ele. (risos)<br />
Muito relevante essa temática. <img src='http://www.clicio.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ChrisSchc</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/o-alento-do-tempo/comment-page-1/#comment-3834</link>
		<dc:creator>ChrisSchc</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 23:45:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.clicio.com.br/blog/?p=2940#comment-3834</guid>
		<description>A questão de estar na internet, seja através do flickr, de um blog ou mesmo um site profissional sempre trará a possibilidade de uso indevido da imagem como mencionou e de muita chateação... e  ficar fora de tudo isso e se isolar de um mundo de possibilidades onde tudo parece cada vez mais virtual e consequentemente estar fora do alcance de possíveis clientes, da exposição do trabalho... É uma decisão que cabe a cada um de nós... e acho que a grande questão é como gerenciar isso de uma forma positiva e benéfica.

Eu mesmo não queria fazer parte do twitter e acabei fazendo pela ferramenta como fonte de informação e facilidade de busca... mas que há um mundo de besteiras lá tb, assim como há em qualquer lugar, seja virtual ou não, não há dúvidas....basta cada um julgar o que fazer com o seu tempo.

Uso o flickr como forma de expor minhas fotos, porém cada vez mais me questiono se vale a pena o trabalho de estar lá pelo benefício dessa exposição... tenho diminuido bastante o ritmo por lá e pensado em formas de fazer algo mais construtivo.... por isso seu texto mais uma vez caiu como uma luva... vc faz pensar e repensar o que é sempre muito positivo.

Abraços e parabéns
;-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A questão de estar na internet, seja através do flickr, de um blog ou mesmo um site profissional sempre trará a possibilidade de uso indevido da imagem como mencionou e de muita chateação&#8230; e  ficar fora de tudo isso e se isolar de um mundo de possibilidades onde tudo parece cada vez mais virtual e consequentemente estar fora do alcance de possíveis clientes, da exposição do trabalho&#8230; É uma decisão que cabe a cada um de nós&#8230; e acho que a grande questão é como gerenciar isso de uma forma positiva e benéfica.</p>
<p>Eu mesmo não queria fazer parte do twitter e acabei fazendo pela ferramenta como fonte de informação e facilidade de busca&#8230; mas que há um mundo de besteiras lá tb, assim como há em qualquer lugar, seja virtual ou não, não há dúvidas&#8230;.basta cada um julgar o que fazer com o seu tempo.</p>
<p>Uso o flickr como forma de expor minhas fotos, porém cada vez mais me questiono se vale a pena o trabalho de estar lá pelo benefício dessa exposição&#8230; tenho diminuido bastante o ritmo por lá e pensado em formas de fazer algo mais construtivo&#8230;. por isso seu texto mais uma vez caiu como uma luva&#8230; vc faz pensar e repensar o que é sempre muito positivo.</p>
<p>Abraços e parabéns<br />
 <img src='http://www.clicio.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Márcio Ramos</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/o-alento-do-tempo/comment-page-1/#comment-3830</link>
		<dc:creator>Márcio Ramos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 16:15:14 +0000</pubDate>
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		<description>Boa Wank Carmo.

Lendo o seu post me lembrei do trabalho do Gilles Lipovetsk com Sebastien Charles no livro Os Tempos Hipermodernos da editora Barcarolla.

Lipovetsk usa o termo “hiper” para se referir aos valores exacerbados criados pela Modernidade, assim o filósofo diz que a sociedade pós-moderna nunca existiu e isso dá muito pano pra manga. Segundo o filósofo da Universidade de Grenoble  - polêmico, bem humorado e afiadíssimo – todas as coisas se tornam urgentes com uma velocidade esquizofrênica sendo marcados pelo tempo do efêmero e interferindo diretamente em comportamentos e modos de vida que deve ser remodelado a cada instante. Ok até ai tudo bem, mas o que Lipovetsk tenta a todo o momento é determinar o que tem de positivo e de negativo em tudo isso, rebate visões apocalípticas e diz que as crises sempre foram inerentes ao capitalismo, um sistema flexível, que aceita críticas e sabe se adaptar. Mas porque estou falando tudo isso? Ah sim, o post do Clício. Entendo que o Clício conseguiu muito bem em seu post traçar o caminho mais acertado para quem busca sucesso em seus empreendimentos com a fotografia, diria que o post do Clício é o Modelo 1 (mas existem outros) e de todos os Modelos este é o mais lúcido pois  “sei que contra a maré a gente não pode remar”.  O Modelo 1 acima – muito bem pensado reitero – é bem disciplinado e portanto muito bem formatado (e formatado de cima para baixo e de baixo para cima também,  e ainda  horizontalmente tão comum hoje em dia),  por isso a impressão que tudo se repete, tudo se plagia, nada se contesta verdadeiramente porque até para mostra seu trabalho você precisa se formatar como dizem que tem que ser... só que com a dessacralização do mundo e a perda de sentido das instituições – o que pode trazer maior liberdade individual – procuramos –TODOS - de alguma forma um denominador comum,  a busca da totalidade jamais alcançada - mesmo que inconscientemente.

Mesmo sabendo isso sinto que o Modelo 1 que me parece acertado, mas não me interessa pois neste oceano que navegamos existem muitas “correntes marítimas” e a minha canoa não vai – mas já foi e sei por experiência própria que não curti - de encontro nem as “galerias” (onde tenho bons amigos mas...) que estão ai e nem ao “denuncismo” da mídia seja ela qual for (sempre puxando a brasa para sua sardinha),  e falo isso porque deve ter mais gente neste barco e em outros que eu mal vislumbro. No meu caso – e falo somente de minha experiência, – faltou exatamente isso que você diz: parceiros entre esta turma toda que coloquem o humano acima da escala técnico - cientifica, a coletividade acima do individualismo, a realização de nossos sonhos acima do sonho do mercado que se resume no  consumo pelo consumo, a arte pela arte, o brilho pessoal pelo brilho pessoal, as “panelas” voltadas para suas próprias tampas. 

A situação dos nossos tempos é de um paradoxo maluco, de um lado o discurso pela moderação de outro a cultura dos excessos; valoriza-se a saúde, mas ninguém quer largar o carro em casa; as mesmas corporações que investem em projetos ecológicos são as que mais poluem, vejam a turma do petróleo; busca-se o “equilíbrio” em meio a toda sorte de interferências cirúrgicas; o retorno da moral e das religiões orientais sendo definidas por inúmeras seitas e “pastores” e “gurus” picaretas; a “republica dos bons sentimentos” aliada a corrupção em entidades ligadas a ONU que vendem cursinhos de respiração prometendo felicidade e vida eterna; a tolerância sendo exercida ao lado de uma competição ferrenha; o Itaucultural pedindo foto de graça para sua revista e negando crédito a quem precisa; ONGs  de canalhas muito bem vestidos e poliglotas com seus “projetos muito bem escritos”  fazendo o “bem” e se dando muito bem em proveito próprio, etc e tal. 

Segundo Lipovetsk  quanto mais avançam as condutas responsáveis –politicamente correto, ai ai ai - mais aumenta a irresponsabilidade, os indivíduos hipermodernos são mais informados ao mesmo tempo que mais desestruturados, mais (sic) adultos e mais instáveis, menos ideológicos e mais tributários da moda, mais abertos e muito mais influenciáveis, mais críticos e muito mais superficiais, mais céticos e menos profundos. A vontade de poder é enorme.

Dizem e tem muita gente que acredita que somos mais tudo, e quem sabe até mais humildes que as estrelas, as árvores e as coisas que nada podem fazer para se protegerem de nossos discursos “bem fundamentados”, nossas ações “politicamente corretas” e nossas imagens maravilhosas e impotentes diante da complexidade de nossa relação com o mundo que não mudou em nada desde que desenvolvemos um telencéfalo.

“A vida é tão curta prá vivermos sentenciados com uma clausura deste tipo…”.

Hoje é domingo e volto para o “meu” quilombo = resistência, que não para de se diversificar...

E seguimos, confiantes em nossos sonhos, dentre estes acabar com a miséria extrema, (www.umtetoparameupais.org.br) só para começar...

Obrigado, mais uma vez, pela possibilidade de diálogo e a divulgação do site acima que considero importante para todos.

*denunciem este post se passou dos limites da boa compreensão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa Wank Carmo.</p>
<p>Lendo o seu post me lembrei do trabalho do Gilles Lipovetsk com Sebastien Charles no livro Os Tempos Hipermodernos da editora Barcarolla.</p>
<p>Lipovetsk usa o termo “hiper” para se referir aos valores exacerbados criados pela Modernidade, assim o filósofo diz que a sociedade pós-moderna nunca existiu e isso dá muito pano pra manga. Segundo o filósofo da Universidade de Grenoble  &#8211; polêmico, bem humorado e afiadíssimo – todas as coisas se tornam urgentes com uma velocidade esquizofrênica sendo marcados pelo tempo do efêmero e interferindo diretamente em comportamentos e modos de vida que deve ser remodelado a cada instante. Ok até ai tudo bem, mas o que Lipovetsk tenta a todo o momento é determinar o que tem de positivo e de negativo em tudo isso, rebate visões apocalípticas e diz que as crises sempre foram inerentes ao capitalismo, um sistema flexível, que aceita críticas e sabe se adaptar. Mas porque estou falando tudo isso? Ah sim, o post do Clício. Entendo que o Clício conseguiu muito bem em seu post traçar o caminho mais acertado para quem busca sucesso em seus empreendimentos com a fotografia, diria que o post do Clício é o Modelo 1 (mas existem outros) e de todos os Modelos este é o mais lúcido pois  “sei que contra a maré a gente não pode remar”.  O Modelo 1 acima – muito bem pensado reitero – é bem disciplinado e portanto muito bem formatado (e formatado de cima para baixo e de baixo para cima também,  e ainda  horizontalmente tão comum hoje em dia),  por isso a impressão que tudo se repete, tudo se plagia, nada se contesta verdadeiramente porque até para mostra seu trabalho você precisa se formatar como dizem que tem que ser&#8230; só que com a dessacralização do mundo e a perda de sentido das instituições – o que pode trazer maior liberdade individual – procuramos –TODOS &#8211; de alguma forma um denominador comum,  a busca da totalidade jamais alcançada &#8211; mesmo que inconscientemente.</p>
<p>Mesmo sabendo isso sinto que o Modelo 1 que me parece acertado, mas não me interessa pois neste oceano que navegamos existem muitas “correntes marítimas” e a minha canoa não vai – mas já foi e sei por experiência própria que não curti &#8211; de encontro nem as “galerias” (onde tenho bons amigos mas&#8230;) que estão ai e nem ao “denuncismo” da mídia seja ela qual for (sempre puxando a brasa para sua sardinha),  e falo isso porque deve ter mais gente neste barco e em outros que eu mal vislumbro. No meu caso – e falo somente de minha experiência, – faltou exatamente isso que você diz: parceiros entre esta turma toda que coloquem o humano acima da escala técnico &#8211; cientifica, a coletividade acima do individualismo, a realização de nossos sonhos acima do sonho do mercado que se resume no  consumo pelo consumo, a arte pela arte, o brilho pessoal pelo brilho pessoal, as “panelas” voltadas para suas próprias tampas. </p>
<p>A situação dos nossos tempos é de um paradoxo maluco, de um lado o discurso pela moderação de outro a cultura dos excessos; valoriza-se a saúde, mas ninguém quer largar o carro em casa; as mesmas corporações que investem em projetos ecológicos são as que mais poluem, vejam a turma do petróleo; busca-se o “equilíbrio” em meio a toda sorte de interferências cirúrgicas; o retorno da moral e das religiões orientais sendo definidas por inúmeras seitas e “pastores” e “gurus” picaretas; a “republica dos bons sentimentos” aliada a corrupção em entidades ligadas a ONU que vendem cursinhos de respiração prometendo felicidade e vida eterna; a tolerância sendo exercida ao lado de uma competição ferrenha; o Itaucultural pedindo foto de graça para sua revista e negando crédito a quem precisa; ONGs  de canalhas muito bem vestidos e poliglotas com seus “projetos muito bem escritos”  fazendo o “bem” e se dando muito bem em proveito próprio, etc e tal. </p>
<p>Segundo Lipovetsk  quanto mais avançam as condutas responsáveis –politicamente correto, ai ai ai &#8211; mais aumenta a irresponsabilidade, os indivíduos hipermodernos são mais informados ao mesmo tempo que mais desestruturados, mais (sic) adultos e mais instáveis, menos ideológicos e mais tributários da moda, mais abertos e muito mais influenciáveis, mais críticos e muito mais superficiais, mais céticos e menos profundos. A vontade de poder é enorme.</p>
<p>Dizem e tem muita gente que acredita que somos mais tudo, e quem sabe até mais humildes que as estrelas, as árvores e as coisas que nada podem fazer para se protegerem de nossos discursos “bem fundamentados”, nossas ações “politicamente corretas” e nossas imagens maravilhosas e impotentes diante da complexidade de nossa relação com o mundo que não mudou em nada desde que desenvolvemos um telencéfalo.</p>
<p>“A vida é tão curta prá vivermos sentenciados com uma clausura deste tipo…”.</p>
<p>Hoje é domingo e volto para o “meu” quilombo = resistência, que não para de se diversificar&#8230;</p>
<p>E seguimos, confiantes em nossos sonhos, dentre estes acabar com a miséria extrema, (www.umtetoparameupais.org.br) só para começar&#8230;</p>
<p>Obrigado, mais uma vez, pela possibilidade de diálogo e a divulgação do site acima que considero importante para todos.</p>
<p>*denunciem este post se passou dos limites da boa compreensão.</p>
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	<item>
		<title>Por: lina faria</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/o-alento-do-tempo/comment-page-1/#comment-3829</link>
		<dc:creator>lina faria</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 15:41:16 +0000</pubDate>
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		<description>Clicio,
A &quot;questão da hora&quot; é a que estamos vivendo. Sempre.
O tempo real circulando nessa velocidade da rede é que quebra mitos, possibilita leituras diversas.
Aos que tendem à reclusão, um prato cheio e quentinho chegando do mundo. Esse, ao alcance dos dedos.
Aos distraídos que vão vivendo sem olhar pra trás, uma possibilidade de resgates sem procura, sem necessidades. Isso é o saudável da coisa. 
É como a fotografia. Todos fazem, mas poucos sabem por que fazem. Quer se expor, se exponha. Expor seus trabalhos e experiências, exponha.
Até a vida pessoal de algumas pessoas podem ser interessantes, desde que ela não viva só voltada ao espelho.
Bem, o palco do mundo está aí. Cada um que viva ou encene seus atos e dramas como queira.
Só me preocupa os dois pedidos que me fizeram essa semana.
Que eu cedesse, sem soldos, fotos do sistema viário da cidade.
Peralá, ceder?
Um deles, de um veiculo internacional, reclama só terem fotos em baixa resolução em meu blog, que nem é sobre fotografia e sim sobre a cidade.
Elementar, senhor cara de pau.
Acabei vendendo uma imagem, -ele havia pedido umas dez - mas com muita irritação.
O outro, um assessor de um político que queria que eu cedesse uma foto da Zilda Arns, para capa de um livro. Ei, porque eu terei que ser voluntaria nessa? doação ao candidato? 
Enfim, a rede está ai. Brinquem, trabalhem, façam a imagem que queiram passar de si por ela.
Mas saibam o que querem.
Clicio, é sempre bom, de um teacher lucido como você, certas considerações.
Há muito abuso e pretensão nesse grande ecrã, como os tugas adoram falar, que virou o mundo.
bj,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Clicio,<br />
A &#8220;questão da hora&#8221; é a que estamos vivendo. Sempre.<br />
O tempo real circulando nessa velocidade da rede é que quebra mitos, possibilita leituras diversas.<br />
Aos que tendem à reclusão, um prato cheio e quentinho chegando do mundo. Esse, ao alcance dos dedos.<br />
Aos distraídos que vão vivendo sem olhar pra trás, uma possibilidade de resgates sem procura, sem necessidades. Isso é o saudável da coisa.<br />
É como a fotografia. Todos fazem, mas poucos sabem por que fazem. Quer se expor, se exponha. Expor seus trabalhos e experiências, exponha.<br />
Até a vida pessoal de algumas pessoas podem ser interessantes, desde que ela não viva só voltada ao espelho.<br />
Bem, o palco do mundo está aí. Cada um que viva ou encene seus atos e dramas como queira.<br />
Só me preocupa os dois pedidos que me fizeram essa semana.<br />
Que eu cedesse, sem soldos, fotos do sistema viário da cidade.<br />
Peralá, ceder?<br />
Um deles, de um veiculo internacional, reclama só terem fotos em baixa resolução em meu blog, que nem é sobre fotografia e sim sobre a cidade.<br />
Elementar, senhor cara de pau.<br />
Acabei vendendo uma imagem, -ele havia pedido umas dez &#8211; mas com muita irritação.<br />
O outro, um assessor de um político que queria que eu cedesse uma foto da Zilda Arns, para capa de um livro. Ei, porque eu terei que ser voluntaria nessa? doação ao candidato?<br />
Enfim, a rede está ai. Brinquem, trabalhem, façam a imagem que queiram passar de si por ela.<br />
Mas saibam o que querem.<br />
Clicio, é sempre bom, de um teacher lucido como você, certas considerações.<br />
Há muito abuso e pretensão nesse grande ecrã, como os tugas adoram falar, que virou o mundo.<br />
bj,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: clicio</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/o-alento-do-tempo/comment-page-1/#comment-3828</link>
		<dc:creator>clicio</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 15:13:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.clicio.com.br/blog/?p=2940#comment-3828</guid>
		<description>Elisa,

Sim, o Twitter bem usado é proveitoso. 
Por outro lado, eu estava me referindo ao Flickr, onde todos elogiam fotos absolutamente ridiculas, sob qualquer ponto de vista; a grande maioria das pessoas se engana, e quer ser enganado; é bem difícil ouvir a verdade. Quem quer realmente, procura aprender com os erros e aceita as críticas (construtivas) de bom grado.
Seu trabalho, por exemplo: Designer, Multimídia. Bons trabalhos, bom currículo. Fotos bonitas, algumas poéticas, outras nem tanto; pode melhorar? Sim, e é o que todos procuramos, melhorar o nosso trabalho.
Por coincidência, fiz uma graduação no Senac há muito pouco tempo em Design de Multimídia; não havia fotografia. Se eu dependesse da graduação para fotografar profissionalmente, estava perdido...
Em tempo;
Não vou me aposentar. 
Mas tem um monte de não-fotógrafos que se acham gênios. 
Não são.
Clicio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Elisa,</p>
<p>Sim, o Twitter bem usado é proveitoso.<br />
Por outro lado, eu estava me referindo ao Flickr, onde todos elogiam fotos absolutamente ridiculas, sob qualquer ponto de vista; a grande maioria das pessoas se engana, e quer ser enganado; é bem difícil ouvir a verdade. Quem quer realmente, procura aprender com os erros e aceita as críticas (construtivas) de bom grado.<br />
Seu trabalho, por exemplo: Designer, Multimídia. Bons trabalhos, bom currículo. Fotos bonitas, algumas poéticas, outras nem tanto; pode melhorar? Sim, e é o que todos procuramos, melhorar o nosso trabalho.<br />
Por coincidência, fiz uma graduação no Senac há muito pouco tempo em Design de Multimídia; não havia fotografia. Se eu dependesse da graduação para fotografar profissionalmente, estava perdido&#8230;<br />
Em tempo;<br />
Não vou me aposentar.<br />
Mas tem um monte de não-fotógrafos que se acham gênios.<br />
Não são.<br />
Clicio</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Elisa Kondrasovas</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/o-alento-do-tempo/comment-page-1/#comment-3827</link>
		<dc:creator>Elisa Kondrasovas</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 14:46:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.clicio.com.br/blog/?p=2940#comment-3827</guid>
		<description>Em tempo...

Puxa-sacos que babam ovo no seu trabalho e insistem pra você avaliar o trabalho tosco deles que você odiou, tem em todo o lugar e em várias profissões. Não é exclusividade de ninguém.
É da consciência de cada um, saber o que falar para essas pessoas, mas achei anti-ético da sua parte comentar isso no seu texto dessa forma perjorativa. Se tá cansado de mestrar, se aposenta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em tempo&#8230;</p>
<p>Puxa-sacos que babam ovo no seu trabalho e insistem pra você avaliar o trabalho tosco deles que você odiou, tem em todo o lugar e em várias profissões. Não é exclusividade de ninguém.<br />
É da consciência de cada um, saber o que falar para essas pessoas, mas achei anti-ético da sua parte comentar isso no seu texto dessa forma perjorativa. Se tá cansado de mestrar, se aposenta.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Elisa Kondrasovas</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/o-alento-do-tempo/comment-page-1/#comment-3826</link>
		<dc:creator>Elisa Kondrasovas</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 14:38:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.clicio.com.br/blog/?p=2940#comment-3826</guid>
		<description>Ótimo texto, como sempre, porém tenho uma outra visão na parte em que você diz *se sobrar tempo*
Para mim (e para muitos outros) o twitter não é uma rede social, e sim uma rede de informações. Ele é uma ferramenta onde posso saber sobre um concurso fotográfico na minha cidade, ou no Zimbabue. Posso inclusive ter acesso aos links dos seus textos.
Se o assunto é não perder tempo com bobagens na internet, por que eu preciso entrar em todos os sites associações e blogs de fotógrafos todos os dias para me atualizar e ver as agendas e notícias, se eu posso seguir todos eles no twitter e ficar sabendo de tudo em uma única janela?
Twitter e facebook vieram a somar, e não subtrair. Basta saber usar.
Se você acha que o twitter é tempo jogado fora, que só se falam besteiras, assim como numa mesa de bar, é porque essas são as pessoas que você segue.

Diga-me com quem andas, que te direi quem és.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo texto, como sempre, porém tenho uma outra visão na parte em que você diz *se sobrar tempo*<br />
Para mim (e para muitos outros) o twitter não é uma rede social, e sim uma rede de informações. Ele é uma ferramenta onde posso saber sobre um concurso fotográfico na minha cidade, ou no Zimbabue. Posso inclusive ter acesso aos links dos seus textos.<br />
Se o assunto é não perder tempo com bobagens na internet, por que eu preciso entrar em todos os sites associações e blogs de fotógrafos todos os dias para me atualizar e ver as agendas e notícias, se eu posso seguir todos eles no twitter e ficar sabendo de tudo em uma única janela?<br />
Twitter e facebook vieram a somar, e não subtrair. Basta saber usar.<br />
Se você acha que o twitter é tempo jogado fora, que só se falam besteiras, assim como numa mesa de bar, é porque essas são as pessoas que você segue.</p>
<p>Diga-me com quem andas, que te direi quem és.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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