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	<title>Comentários sobre: Haiti. Fotografar ou ajudar?</title>
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	<description>Fotografia profissional, Photoshop, Lightroom. Dicas, pensamentos, artigos, técnicas, por Clicio Barroso</description>
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		<title>Por: jose wagner</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/haiti-fotografar-ou-ajudar/comment-page-3/#comment-5036</link>
		<dc:creator>jose wagner</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 15:15:14 +0000</pubDate>
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		<description>entao nos temos que observar que o fotojornalista ele relata onde e quando aquele acontecimento esta ocorrendo ,o fotojornalista tem na sua mente uma descriçao do lugar  a semente esta brotada agora ele agi , sendo que aquela informaçao possa vim ate ele de forma positiva e negativa &#039;&#039; ambos os trabalhos sao bem feitos qualidades de imagens bem elaboradas e descritas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>entao nos temos que observar que o fotojornalista ele relata onde e quando aquele acontecimento esta ocorrendo ,o fotojornalista tem na sua mente uma descriçao do lugar  a semente esta brotada agora ele agi , sendo que aquela informaçao possa vim ate ele de forma positiva e negativa &#8221; ambos os trabalhos sao bem feitos qualidades de imagens bem elaboradas e descritas.</p>
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		<title>Por: Ética na Fotografia &#171; Fotografia no Bixiga</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/haiti-fotografar-ou-ajudar/comment-page-3/#comment-4215</link>
		<dc:creator>Ética na Fotografia &#171; Fotografia no Bixiga</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 14:40:03 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Eis a história da foto acima e reflexões sobre ela, no excelente blog do Clicio Barroso: http://www.clicio.com.br/blog/2010/haiti-fotografar-ou-ajudar/ [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Eis a história da foto acima e reflexões sobre ela, no excelente blog do Clicio Barroso: http://www.clicio.com.br/blog/2010/haiti-fotografar-ou-ajudar/ [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: MARIA JOSÉ</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/haiti-fotografar-ou-ajudar/comment-page-3/#comment-3595</link>
		<dc:creator>MARIA JOSÉ</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 08:08:15 +0000</pubDate>
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		<description>Segundo dados do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários das Nações Unidas divulgados neste domingo, Gisele ofertou US$ 1,5 milhão, enquanto Sandra Bullock deu US$ 1 milhão em ajuda. Madonna prometeu US$ 250 mil. Os atores Angelina Jolie e Brad Pitt estiveram entre os primeiros, doando US$ 1 milhão da sua fundação para a entidade Médicos Sem Fronteiras, que atua em Porto Príncipe.

No Brasil, usuários das redes sociais têm manifestado apoio às vítimas do terremoto no Haiti. Para fazer doações, os brasileiros podem fazer doações à Embaixada do Haiti no país ou a ONGs que atuam em território haitiano.

Veja abaixo o número das contas abertas para doar recursos para o Haiti:

Embaixada do Haiti no Brasil
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1606-3
Conta Corrente: 91000-7
CNPJ: 04170237/0001-71
Assoc. De Educação Para Não Violência
Banco: Itaú
Agência: 0139
Conta Corrente: 75883-3
CNPJ:11.193.625/0001-33

Care Internacional Brasil
Banco: ABN Amro Real
Agência: 0373
Conta corrente: 5756365-0
CNPJ: 04180646/0001-59</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo dados do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários das Nações Unidas divulgados neste domingo, Gisele ofertou US$ 1,5 milhão, enquanto Sandra Bullock deu US$ 1 milhão em ajuda. Madonna prometeu US$ 250 mil. Os atores Angelina Jolie e Brad Pitt estiveram entre os primeiros, doando US$ 1 milhão da sua fundação para a entidade Médicos Sem Fronteiras, que atua em Porto Príncipe.</p>
<p>No Brasil, usuários das redes sociais têm manifestado apoio às vítimas do terremoto no Haiti. Para fazer doações, os brasileiros podem fazer doações à Embaixada do Haiti no país ou a ONGs que atuam em território haitiano.</p>
<p>Veja abaixo o número das contas abertas para doar recursos para o Haiti:</p>
<p>Embaixada do Haiti no Brasil<br />
Banco: Banco do Brasil<br />
Agência: 1606-3<br />
Conta Corrente: 91000-7<br />
CNPJ: 04170237/0001-71<br />
Assoc. De Educação Para Não Violência<br />
Banco: Itaú<br />
Agência: 0139<br />
Conta Corrente: 75883-3<br />
CNPJ:11.193.625/0001-33</p>
<p>Care Internacional Brasil<br />
Banco: ABN Amro Real<br />
Agência: 0373<br />
Conta corrente: 5756365-0<br />
CNPJ: 04180646/0001-59</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Conflito &#171; Luz Subversa</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/haiti-fotografar-ou-ajudar/comment-page-3/#comment-2585</link>
		<dc:creator>Conflito &#171; Luz Subversa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 16:46:54 +0000</pubDate>
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		<description>[...] inesgotável mesmo e, contraditoriamente, parece assunto exaustivamente batido. Mas, andando pelo blog de Clicio, dei de cara com essa foto de Matthew McDermott que, pessoalmente falando, vale mais que qualquer [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] inesgotável mesmo e, contraditoriamente, parece assunto exaustivamente batido. Mas, andando pelo blog de Clicio, dei de cara com essa foto de Matthew McDermott que, pessoalmente falando, vale mais que qualquer [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: 28mm:Blog &#8211; Por Henrique Manreza &#187; Blog Archive &#187; Haiti</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/haiti-fotografar-ou-ajudar/comment-page-3/#comment-2497</link>
		<dc:creator>28mm:Blog &#8211; Por Henrique Manreza &#187; Blog Archive &#187; Haiti</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 19:51:07 +0000</pubDate>
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		<description>[...] diversos outros assuntos que foram levantados por conta disso, um deles foi ética do fotojornalismo, leitura [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] diversos outros assuntos que foram levantados por conta disso, um deles foi ética do fotojornalismo, leitura [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rommis</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/haiti-fotografar-ou-ajudar/comment-page-3/#comment-2486</link>
		<dc:creator>Rommis</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 19:13:24 +0000</pubDate>
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		<description>Fotografar para ajudar. Sou amador – no sentido de amar a fotografia – e, provavelmente tentaria fazer isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fotografar para ajudar. Sou amador – no sentido de amar a fotografia – e, provavelmente tentaria fazer isso.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: clicio</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/haiti-fotografar-ou-ajudar/comment-page-3/#comment-2426</link>
		<dc:creator>clicio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 17:06:59 +0000</pubDate>
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		<description>Breno,

Puxa, que bom uma resposta de um fotógrafo que realmente esteve lá!
Foi excelente ouvir a sua opinião, já que logicamente a sua perspectiva deve ser totalmente diferente daquela dos que não sabem como é, eu inclusive!
Volte sempre e obrigado por compartilhar sua experiência.

Abraços,
Clicio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Breno,</p>
<p>Puxa, que bom uma resposta de um fotógrafo que realmente esteve lá!<br />
Foi excelente ouvir a sua opinião, já que logicamente a sua perspectiva deve ser totalmente diferente daquela dos que não sabem como é, eu inclusive!<br />
Volte sempre e obrigado por compartilhar sua experiência.</p>
<p>Abraços,<br />
Clicio</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Breno Fortes</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/haiti-fotografar-ou-ajudar/comment-page-3/#comment-2423</link>
		<dc:creator>Breno Fortes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 15:32:55 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Clício parabéns pelo seu site e quanto a sua pergunta, eu estive lá para registrar os estragos do terremoto e muitas vezes eu pensava sobre isso... Ajudar ou Fotografar?
Porém acho que o fotógrafo tem um trabalho importante no registro histórico dos fatos e é através dele que a história fica guardada para sempre. Porém deixo uma ressalva... Se só houver uma alternativa entre fazer a grande foto ou salvar de imediato a vida de uma pessoa fico com a segunda pois a vida não tem preço e poder ajudar alguém também não.
Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Clício parabéns pelo seu site e quanto a sua pergunta, eu estive lá para registrar os estragos do terremoto e muitas vezes eu pensava sobre isso&#8230; Ajudar ou Fotografar?<br />
Porém acho que o fotógrafo tem um trabalho importante no registro histórico dos fatos e é através dele que a história fica guardada para sempre. Porém deixo uma ressalva&#8230; Se só houver uma alternativa entre fazer a grande foto ou salvar de imediato a vida de uma pessoa fico com a segunda pois a vida não tem preço e poder ajudar alguém também não.<br />
Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tanda Melo</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/haiti-fotografar-ou-ajudar/comment-page-3/#comment-2289</link>
		<dc:creator>Tanda Melo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 22:38:22 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Dulce, obrigada por responder ao meu comentário!
Concordo com seu pensamento. O que eu queria ressaltar é a insensibilidade de alguns fotógrafos. Alguns trabalhos são exclusivamente para exposições sem a devida importância social, humana e de denúncia. São aquelas imagens de sofrimento que aparecem como se fossem de uma viagem de férias.

abraços

Tanda</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Dulce, obrigada por responder ao meu comentário!<br />
Concordo com seu pensamento. O que eu queria ressaltar é a insensibilidade de alguns fotógrafos. Alguns trabalhos são exclusivamente para exposições sem a devida importância social, humana e de denúncia. São aquelas imagens de sofrimento que aparecem como se fossem de uma viagem de férias.</p>
<p>abraços</p>
<p>Tanda</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Márcio Ramos</title>
		<link>http://www.clicio.com.br/blog/2010/haiti-fotografar-ou-ajudar/comment-page-3/#comment-2247</link>
		<dc:creator>Márcio Ramos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 02:11:35 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Clicio,

a respeito de sua pergunta uma comunidade para ser considerada quilombola basta que seus moradores se considerem quilombolas verbalmente. Acho que não existem comunidades &quot;maquiadas&quot; e sim uma manipulação da informação.

Acontece que a partir de novos estudos historicos, antropologicos, etc. sabe-se hoje que existiram centenas de refugios onde os escravos se &quot;aquilombavam&quot; isso no tempo da escravidão. Após a abolição da escravidão, muitos negros se reuniram em comunidades quilombolas para poderem sobreviver e nem todas ficavam isoladas do resto da população. Muitas destas comunidades comviviam homens e mulheres de diversas etnias europeias, indios, com aquela miscigenação toda caracteristica de nosso País. O que tinham em comum é que eram pobres. 

Nas comunidades que eu fotografo em Ubatuba e Paraty conheço familias em que existem a miscigenação de brancos, indios e negros, por ai você vê a complexidade do tema. 

Procuro com minhas fotos desmistificar o que é um quilombo, por exemplo no quilombo do Camburi em Ubatuba temos aulas de surf, igreja protestante e danças regionais (congada, catira, etc), hip hop, forró. Musicas folcloricas, instrumentos como tambor e rabeca e outros. As pessoas não se vestem como negros africanos salvo em determinadas festas.  As casas são de taipa, outras de blocos e algumas de madeira. A culinaria é da mais exotica: peixe com banana é um dos pratos prediletos entro outros...

Um bom site para saber mais é este aqui: http://www.cpisp.org.br/comunidades/html/i_oque.html

O que acontece é que ja se registraram mais de duas mil comunidades quilombolas ou comunidades onde sabe-se que existem resquicios de antigos quilombos.  O numero não é tão grande assim visto que o Brasil é enorme e muitos negros para ca foram trazidos, este numero &quot;cresceu&quot; em todos os paises cujos novos estudos foram realizados a partis da segunda metade do seculo XX.

O Artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) diz que:

    “Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os respectivos títulos.”  

Como a Lei admite que as terras das comunidades devem ser repassadas aos seus moradores você pode dai imaginar os diversos interesses que esta lei suscita nas comunidades, nas imobiliarias, fazendeiros, etc, etc. A briga muitas vezes é feia. Eu como não sei e nem sou capaz de fazer trabalhos de denuncia - ja tentei mas não sirvo pra este trabalho - fico ali com minha camera procurando levar conhecimento aos quilombolas, articulo sempre que posso os quilombos com os orgãos dos direitos humanos, cursos de fotografia, etc e é através da fotografia que faço amigos procuro incentiva-los a luta assim como deles vem o incentivo para que eu não esmoreça,  e aprender em conjunto que as utopias ainda existem, que podemos mudar o mundo e que nem tudo tem um  preço. 

Existem valores que não tem preço.

Fiquei surpreso com o seu interesse. 

Obrigado pela possibilidade de diálogo.


Márcio Ramos, membro do Grupo Luminous de Fotografia, onde aprendo fotografia com paixão.

Ps. poderia deletar o meu primeiro comentario? Errei e acabei postando o rascunho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Clicio,</p>
<p>a respeito de sua pergunta uma comunidade para ser considerada quilombola basta que seus moradores se considerem quilombolas verbalmente. Acho que não existem comunidades &#8220;maquiadas&#8221; e sim uma manipulação da informação.</p>
<p>Acontece que a partir de novos estudos historicos, antropologicos, etc. sabe-se hoje que existiram centenas de refugios onde os escravos se &#8220;aquilombavam&#8221; isso no tempo da escravidão. Após a abolição da escravidão, muitos negros se reuniram em comunidades quilombolas para poderem sobreviver e nem todas ficavam isoladas do resto da população. Muitas destas comunidades comviviam homens e mulheres de diversas etnias europeias, indios, com aquela miscigenação toda caracteristica de nosso País. O que tinham em comum é que eram pobres. </p>
<p>Nas comunidades que eu fotografo em Ubatuba e Paraty conheço familias em que existem a miscigenação de brancos, indios e negros, por ai você vê a complexidade do tema. </p>
<p>Procuro com minhas fotos desmistificar o que é um quilombo, por exemplo no quilombo do Camburi em Ubatuba temos aulas de surf, igreja protestante e danças regionais (congada, catira, etc), hip hop, forró. Musicas folcloricas, instrumentos como tambor e rabeca e outros. As pessoas não se vestem como negros africanos salvo em determinadas festas.  As casas são de taipa, outras de blocos e algumas de madeira. A culinaria é da mais exotica: peixe com banana é um dos pratos prediletos entro outros&#8230;</p>
<p>Um bom site para saber mais é este aqui: <a href="http://www.cpisp.org.br/comunidades/html/i_oque.html" rel="nofollow">http://www.cpisp.org.br/comunidades/html/i_oque.html</a></p>
<p>O que acontece é que ja se registraram mais de duas mil comunidades quilombolas ou comunidades onde sabe-se que existem resquicios de antigos quilombos.  O numero não é tão grande assim visto que o Brasil é enorme e muitos negros para ca foram trazidos, este numero &#8220;cresceu&#8221; em todos os paises cujos novos estudos foram realizados a partis da segunda metade do seculo XX.</p>
<p>O Artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) diz que:</p>
<p>    “Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os respectivos títulos.”  </p>
<p>Como a Lei admite que as terras das comunidades devem ser repassadas aos seus moradores você pode dai imaginar os diversos interesses que esta lei suscita nas comunidades, nas imobiliarias, fazendeiros, etc, etc. A briga muitas vezes é feia. Eu como não sei e nem sou capaz de fazer trabalhos de denuncia &#8211; ja tentei mas não sirvo pra este trabalho &#8211; fico ali com minha camera procurando levar conhecimento aos quilombolas, articulo sempre que posso os quilombos com os orgãos dos direitos humanos, cursos de fotografia, etc e é através da fotografia que faço amigos procuro incentiva-los a luta assim como deles vem o incentivo para que eu não esmoreça,  e aprender em conjunto que as utopias ainda existem, que podemos mudar o mundo e que nem tudo tem um  preço. </p>
<p>Existem valores que não tem preço.</p>
<p>Fiquei surpreso com o seu interesse. </p>
<p>Obrigado pela possibilidade de diálogo.</p>
<p>Márcio Ramos, membro do Grupo Luminous de Fotografia, onde aprendo fotografia com paixão.</p>
<p>Ps. poderia deletar o meu primeiro comentario? Errei e acabei postando o rascunho.</p>
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