por clicio em 26 de dezembro, 2009
Lumix GF1, qualidade e versatilidade
Depois de muito pesquisar e quase comprar a Sigma DP2, que assim como a Olympus EP-2 era uma alternativa bem interessante, finalmente comprei uma câmera com sensor micro quatro terços para o dia-a-dia, a Panasonic Lumix GF1-X.
As vantagens em relação à Sigma são qualidade e tamanho de ampliação; o sensor micro 4/3 é maior e produz imagens de 12 Megapixels. Quando comparada com a Olympus, que usa o mesmo tamanho de sensor, as objetivas fabricadas pela Leica especialmente para a GF1 e a possibilidade de usar quase todas as lentes da linha “M” fazem a diferença: a qualidade óptica é impecável. É bom que se diga: a extinta parceria da Leica com a Panasonic rendeu bons frutos, e os resultados mostram isso.

Anel adaptador Leica
Minha primeira sensação foi de intimidade; a câmera é leve e tem o tamanho aproximado de uma Leica M, se encaixa bem na mão e parece robusta. Como escolhi o kit com a objetiva 14-45mm zoom, equivalente a uma 28-90mm (uma 20mm “pancake” é a outra opção), a lente deixa a câmera um pouco grande para ser carregada no bolso, mas suficientemente pequena para ser discreta e não chamar atenção nas ruas. Gostei da “pegada” e achei os controles bem posicionados e fáceis, e o visor de LCD é limpo, claro e excelente.
Nos primeiros clicks, boas surpresas, como a rapidez de disparo (shutter lag imperceptÃvel, sem delay) e a clareza das imagens no visor. Fotografando em Raw o buffer é bem generoso, permitindo 6 disparos em modo contÃnuo antes da gravação, o que pode fazer a diferença em situações de jornalismo, esportes ou ação; e para retratos, a velocidade se mostra mais do que suficiente.
O menu de opções é bastante completo, com aquelas que me agradam logo disponÃveis: modo manual total, balanço de neutros predefinido ou personalizado, ISO 100, e possibilidade de gravar as minhas preferências em dois espaços independentes, chamados de C1 e C2 e disponÃveis no dial principal da parte superior da GF1.

Configurações do menu
A possibilidade de criar seus “filmes” personalizados também é bastante interessante, mas aà é que mora o perigo: são tantas opções e alternativas de se configurar a pequena que há o risco de se confundir mais do que realmente aproveitar todas as alternativas preconfiguradas. Digo isso com certeza pois mesmo após ter lido todo o manual (como sempre faço), ainda assim fico em dúvida de qual das opções está sendo utilizada no momento.
O problema maior parece ser a diversidade de operações que possuem presets; vamos ver quais são:
Film Mode (simulação de filmes usados) tem os presets: Standard, Dynamic, Nature, Smooth, Nostalgic, Vibrant, B&W Standard, B&W Dynamic, B&W Smooth. Além desses, possibilita a criação de 2 filmes personalizados (My Film1 e My Film2) e o Multi Film, em que 3 “filmes” podem ser escolhidos e a câmera registra a mesma cena sequencialmente com 3 diferentes interpretações. Cada “Film Mode” pode ser personalizado com 5 nÃveis de contraste, saturação, nitidez e redução de ruÃdos.
Scene Modes (acessÃvel pelo Dial principal) tem os presets: Portrait, Soft Skin Portrait, Creative Portrait, Night Portrait, Architecture, Sports, Peripheral Defocus
, Flower, Food
, Objects
, Night Scenery, Illuminations
, Baby 1, Baby 2
, Pet
, Party, Sunset. Não me pergunte pois não tive tempo de testar todos, mas os modos Portrait e Baby possuem a tecnologia de reconhecimento de faces, impressionantemente inútil para profissionais, mas curiosa para donas de casa.
My Color Modes (acessÃvel em “Image Parameters”) tem os seguintes presets tonais: Expressive, Retro, Pure, Elegant, Monochrome, Dynamic Art e Silhouette. Existe também um modo personalizado, Custom, que permite a experimentação de cores e tonalidades em 3 sliders HSL, chamados aqui de Color (H), Brightness(L) e Saturation(S). Concluà que quase tudo que o “My Color Modes” permite pode ser simulado em Custom Film, e claro que fotografando em Raw tudo isso é irrelevante; o que vale é a interpretação do Lightroom.
Por falar nisso,a câmera vem com o excelente processador de Raw SilkyPix Developer Studio 3.0 SE (Windows/Mac OS X), quase um cult entre os fotógrafos-geeks. Sinceramente? O noise reduction (redutor de ruÃdos) do Silkypix é bem melhor que o do Lightroom 2 (sim, vai melhorar no Lightroom 3), a interface é agradável e o resultado…Como o nome diz, sedoso (silky). O bom é que a interface é bem semelhante a do Capture One, programa que também uso, e fica fácil entender como funcionam as suas ferramentas, bastante poderosas.
De todos os gadgets, whistles and bells que a Lumix nos presenteia, um é excepcional; o chamado iE (Intelligent Exposure Adjustment), que aumenta efetivamente o alcance dinâmico do sensor, aumentando o gap entre os tons mais claros e mais escuros que podem ser capturados; a ferramenta pode ser configurada para Low, Standard, High ou desligada. Funciona bastante bem, o que deixa a GF1 em posição semelhante a Nikon, Canon e Sony, que possuem esta opção (geralmente em produtos mais sofisticados).
Um ponto negativo é a ausência de visor óptico, que prejudica bastante o seu uso em locais públicos e me atrapalha bastante; vivo batendo o nariz no LCD tentando olhar por um visor inexistente, costume trazido dos anos de Leica. A concorrente direta da GF1, a Olympus EP1, também não tem visor óptico, mas ambas possuem um visor eletrônico que ajuda muito em algumas situações. O LVF1 da GF1 inclina-se até 90º e é uma excelente alternativa quando acontece o “glare” em dias de grande luminosidade, onde o visor de LCD se torna praticamente inútil. O preço, U$200 é adequado a sofisticação do produto.

45mm Macro Leica Elmarit
Objeto do desejo
Uma alternativa que não existia quando comprei a Lumix e que agora me deixa inquieto é a nova objetiva da Leica, uma Elmarit f:2.8 de 45mm macro (equivalente 90mm). Chamada oficialmente de LEICA DG MACRO-ELMARIT 45mm F2.8 Micro Four Thirds Lens, pode ser encontrada nas grandes revendas americanas como a Adorama. Essa eu quero, pois é a objetiva perfeita para retratos e fotos de beleza, e adoro macro para os detalhes de olhos e bocas; a lente do meu kit, apesar de ser uma 45mm, não tem uma boa aproximação.

Mega O.I.S Stabilizer
O melhor é que ela é estabilizada, assim como a zoom do kit, e usam um sistema chamado de “Mega O.I.S”; funciona extremamente bem.
Conclusão
Para o intuito para o qual foi comprada, estou mais satisfeito do que imaginava. Tenho usado a pequena para fotos pessoais, ensaios, fotos de famÃlia e de viagem, como “Polaroid” e rascunhos para trabalhos mais importantes e inclusive para trabalhos mais simples, como lookbooks e pequenos stills no estúdio; com uma sapata pode-se sincronizar a GF1 com flashes de estúdio, e 12 Mpx Raw já tem boa qualidade.
Abaixo, algumas imagens produzidas pela GF1.

©2009 Clicio Barroso | casa: Cláudio Feijó | GF1, ISO 100

©2009 Clicio Barroso | gato: Chico | GF1, ISO 400

©2009 Clicio Barroso | Carmen Hartfiel | GF1, ISO 100
Para um review completo, em inglês, acesse o DPreview.
Gostou da Lumix GF1? Eu também! Deixe seu comentário abaixo.
Update 01: Este artigo está diretamente relacionado ao post “Sigma DP2: Alternativa Radical?”
Update 02: Um outro bom review (em Inglês) pode ser visto em http://migre.me/II8H







56 Comentários
ClÃcio eu tô louco p/comprar uma por causa da zoom que permite ir até 400 mm Amigos meus gringos estão usando e adorando.
parabéns pela compra e pelo texto, pra variar impecável
360 abçs e um grande 2010 p/todos nós !
Ayrton
Rssssss, conheço bem essa câmera. Como você fiquei muito surpreso com o desempenho dela. A qualidade de imagem realmente impressiona. É uma ótima alternativa como segundo corpo mesmo sentindo falta de um visor óptico direto – que acredito em breve já esteja disponivel. Uma grande opção para “street photography” é usar a excelente Panasonic Lumix G 20mm F1.7 ASPH pancake com o viewfinder externo da Voigthlander. Essa condição é excelente já que a lente se transforma na realidade em uma 40mm. Abs
Aiaiaiai agora eu fico me mordendo todo pra ter essa!
Me apaixonei pela linha Lumix, vencendo a barreira do preconceito bobo por que não era uma Nikon ou uma Canon.
Sabe, eu pesquisei por 2 meses inteiros até chegar na minha LX3, e estou muito satisfeito com ela, faz tudo o que eu quero. É isso, a câmera pode não ser uma super ultra de 24MP, mas o que eu vou fazer com 24MP se 10Mp me são mais do que necessários?
Ainda assim tô babando por essa nova aÃ!
Abração e um ótimo 2010 pra ti!
Clicio, passou mel na boca do menino!
Panasonic LUMIX, um must, como eu sempre disse, hehehehe.
Como sempre uma ótima resenha ClÃcio.
Mas somos colocados em uma roda-viva com essa concorrência feroz entre os fabricantes! Comprei uma Canon Powershot G10 há pouco mais de um ano e lá vem esses novos modelos para “atiçar a gula”…
Pode me dizer se em termos de tamanho e peso ela é similar à G!0 ou à Lumix LX3?
Abraços.
Essas pequenas são de fato um tremendo objeto de desejo, pois podem receber lentes quaisquer com o devido adaptador, acho que tem até para a clássica e manhosÃssima baioneta Contax. A Samsung tem anunciado mas não disponibilizado uma de configuração parecida com sensor APS-C, que a mim agradaria mais pela proporção. É um tipo de câmera que desejo ter futuramente.
Esse seu retrato em PB está sensacional, com a segunda pessoa em meio desfoque criando um destino para onde nosso olho pula e volta, vai e vem.
Ari, aqui ninguém dorme e já estamos ligados nas novidades. Pepe tem razão, para as ruas é prática. Valeu ClÃcio!
Eu testei a irmã maior dela, a G1, já suplantada por um modelo um pouco diferente, a GH1. Em relação à GF1, a maior diferença é a combinação de LCD basculante com viewfinder eletrônico, um recurso comum nas máquinas de zoom longo integrado com a “corcova” semelhante à s das SLR. Esperava ver aquela habitual imagem miúda com cara de monitor de TV, e tive uma enorme surpresa! Na G1, o campo do visor tem uma amplitude generosa, igual à das reflex de filme de antigamente. E realmente dava para confiar nesse preview, apesar de ele ficar com o refresh mais lento em situações de pouca luz. De resto, a GF1 tem as mesmas caracterÃsticas da GH1. Fiz absolutamente tudo o que quis durante minha viagem de aventura com a máquina de teste e a lente do kit. O Natal passou, mas ainda aceito uma dessas de presente.
Obrigada ClÃcio,
Estas informações são super úteis na hora de escolher uma câmera realmente portátil. Eu estava na dúvida mas você me convenceu. Vou experimentar uma com o tal do electronic visor- se eu me der bem com ele compro a camera.
bj,
e.
Ivan, obrigado pelo elogio ao retrato da sogra (e do sogro, de óculos escuros). A todos os outros, obrigado por comentarem, e reafirmo que não tenho absolutamente nenhuma ligação, apoio ou conexão com o pessoal da Panasonic ou da Leica; gostei mesmo da bichinha!:-)
Parabens pela aquisição. Seu review está repleto de fatores que nos fazem sonhar com essa bixinha… Um show de tecnologia. Parabens pela ultima imagem. Um show de definição e detalhes. Grande abs Clicio
Boa tecnologia não é muita tecnologia, mas aquela que nos facilita fazer o que pretendemos. Atesto com o Clicio que a Panasonic se tornou uma grande força no mundo fotográfico. Tenho testado muitas câmeras da marca e todas são brilhantes. Minha câmera de bolso é uma Lumix DMC-FX100 com lente Leica.
GF ou GF1?
O mais legal é a casa do Claudio Feijó!
Feliz Ano Novo!
Pô, o mais legal é você poder ler o review de alguém que dá pra confiar. Valeu novamente Clicio. Mais um serviço prestado em prol da fotografia!
Abraço a todos!
.
Clicio,
Eu sempre usei CANON e ano passado resolvi mudar de ares e comprei uma Sony Alpha. E minha câmera do dia a dia (para andar na rua e clicar coisas pro São Paulo Abandonada) foi uma Lumix FZ28, da mesma Panasonic.
Confesso que comecei com receio mas logo me apaixonei pela câmera. Lente luminosa, mecânica ágil, resistente e com uma infinidade de recursos. Filmar em HD ainda é outro diferencial excelente da bichinha.
Não é de se espantar que a GF1 também seja uma grata surpresa. A linha evoluiu mesmo! Agora vou vender a FZ28 e migrar pra versão mais nova (a FZ35/38) ou talvez a GF1.
A sogra está belÃssima no retrato!
Excelente review Clicio!
Eu também comprei para mim, há uns dois meses, uma dessas “novas rangefinders” a Olympus E-P1. E gostei muito dela, em especial a facilidade com a qual se pode adaptar lentes de qualquer sistema para ela(assim como com a GF1).
Eu estou de olho em uma Voigtlander 40mm ƒ/1,4 para leica M para usar com a minha, o que vai dar um conjunto compacto, perfeito para retratos e com grande ótica.
A única coisa que me decepcionou tanto com a Panasonic quanto com a Olympus é a falta da importação oficial desses modelos para o Brasil. Eu tive de adquirir a minha no exterior, como acredito que você também tenha de ter feito. Eu acredito que, pelo menos a panasonic, teria condições de trazer essa câmera oficialmente para o nosso paÃs.
Continue com os excelentes posts Clicio!
Orlando,
Estou bem curioso com a EP1; tem como me mandar alguns exemplos de fotos que tenha feito com ela? Raw? Fica entre nós, não vou publicar, só quero comparar.
Obrigado por comentar!
Abraço,
Clicio
Clicio,
Claro, pode deixar que eu vou enviar para você algumas amostras em RAW, ainda hoje.
Muito bom o texto e ela deve ser
Fora de serie completamente
Além de linda – compacta, quer mais o que ?
Parabéns pelo artigo
Panasonic, esta de parabens com as suas cameras. Em casa temos duas e eu pretendo comprar a minha proxima camera no mesmo conceito.
ClÃcio,
Dois aspectos me interessam particularmente. O primeiro, a rapidez do disparo, você já citou. O segundo, é o ruÃdo em ISO elevado (800 e 1600), pois são os que mais uso. Já vi os testes no Dpreview. Contudo, mesmo sabendo que você fotografa quase sempre com ISO baixo, se você tiver feito a experiência de fotografar nessas sensibilidades, gostaria muito de um relato seu a respeito.
Abraços,
Guto
Guto,
Como você bem disse, fotografo pouco em ISO alto; vou porém fazer alguns testes comparativos e posto aqui a conclusão, OK?
Abraços,
Clicio
Claro! Já agradeço antecipadamente. Sua opinião é sempre muito importante. Abraços,
Olha ai a analise pelo nagno do Zumo.com.br, de outra Panasonic.
http://tinyurl.com/yj83dfj
Tá, Edu, mas a LX3 é outro tipo de câmera, com outra proposta. Ela nem mesmo compete pau a pau com sua G10.
Oples, O lnk foi no sentido de mostrar outra Panasonic, não de falar da G10. O texto do Mario Nagano, está bem completo, um enfoque mais técnico do que a da analise do Clicio, uma pegada mais Geek, digamos assim.
Concordo com vc quanto a laranjas e melancias, são produos para públicos semelhantes, correlatos, mas diferem na proposta, no uso.
A G11, veio corrigindo os defeitos da G10 e parce que acertou em cheio, visor basculante, menor quantidade de mega pixels, mas mantendo o mesmo tamanho do CCD, melhor performance em ISO, maiores, enfim upgrade, como já dizia o escolhido.
Como já conversamos rápidamente, acredito que dentro de algum tempo a Canon, deve vir com uma pequena como a G10/G11, só que com sensor APS ou até full frame… isso certamente vai ser bem legal….
O principal motivo de ter uma maquina pequena, como a Canon G10/G11 ou estas Panasonics, se deve ao fato que existem muitos momentos em que usar a DSLR, não é possivel, já que ela tende a interferir fortemente com o tema da fotografia. Isso não acontece com estas pequenas. Ao mesmo tempo o fotografo tem recursos tecnicos ali disponiveis para fazer o que já esta acostumado nas DSLR.
Em suma eu estou plenamente satisfeito com a minha Canon G10, mas continuo olhando em volta.
Aê Edu, você mesmo explicou. O Nagano é primariamente um geek. O Clicio é primariamente um fotógrafo. Eles veem a mesma coisa por enfoques diferentes, porque fazem com a mesma máquina coisas diferentes. Pessoalmente, não pego as máquinas para fazer uma análise exaustiva dos números, poris o feeling de trabalhar com elas e os resultados visuais finais da sua interação com o equipamento são o que verdadeiramente conta.
As LX são irmãs das Leica Digilux e dirigidas a um público sofisticado que não tem tanto assim de geek, um tanto mais de fotógrafo. Eu já vi uma LX anterior por um preço irresistÃvel e deixei passar. Mas já tenho minha Lumix FX, que não faz fotos tão perfeitas mas é mais versátil. Quanto ao ruÃdo do sensor, foi remediado mas não resolvido.
É fato que a câmera compacta é melhor para registrar assuntos sensÃveis à presença de uma reflex. E que uma compacta com lentes intercambiáveis e/ou manualmente ajustáveis permite uma captura mais diferenciada. Mas uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, a diferença persiste por questões puramente fÃsicas e materiais. Full frame num corpo como o da G11 exigiria um reprojeto absoluto das objetivas. A Micro Four Thirds já exigiu uma reengenharia pesada. Não espero por algo assim numa Canon.
Clicio, obrigado pelo belo artigo. Também estou de olho nessa câmera para os dias onde não quero levar peso mas também não quero sair sem a câmera. Belas fotos!
Pow, ClÃcio!!! DK o seu artigo!! Há anos tento encontrar uma câmara compacta retrô que me oferecesse praticidade e discrepância durante o ato de photografar!!! Uma jóia!!! Fica claro, se não dá pra comprar uma Leica certamente essa câmara está bem próximo do sonho, o que me faz falta é apenas o visor direto mas a gente improvisa com o flash levantado olhando pelo buraquinho!!!! rrrssss
O visor eletrônico é o meu atual sonho de consumo, Jimmy.
Mas estou contentÃssimo com a câmera, pode ter certeza!.
Avs,
Clicio
Ola Clicio, nao esqueca de colocar as fotos pra apreciarmos, otimo fotografo com uma maquina destas, estamos ansiosos para ver o
resultado.
Abracos
Onde em São Paulo posso encontrar essa camera?
Daniel,
Sinceramente, não sei.
Vi na Panashop a G1, mas não tinha a GF1. Comprei a minha nos Estados Unidos, mas nem a BH tem; tente a Amazon, é possÃvel.
Abraços,
Clicio
A Fotografe Melhor, deste mês, tem um materia sobre ela.
[ ]´s
Opa!
Bacna! Como foi o resultado do review da FM?
Gostaram?
Olá! Acho que nunca pesquisei tanto um sistema como esse m4/3! Parece realmente adorável e seu post vem confirmar isto. Agora estou seriamente inclinado a comprar a que ainda nem lançou direito Olympus E-PL1, por ter o estabilizador integrado à câmera e também pelo preço anunciado ser praticamente 200 dólares a menos que a GF1. Mas o mercado não pára e parece que a Pana logo lança novos modelos… Esperar pra ver!
Olá Cliclio. Sou de Santa Maria, no RS, onde em 2008 assisti a um Workshop seu lá. Excelente por sinal. No momento estou morando na Irlanda e procurando por uma câmera que me acompanhe que nem a minha sombra (leve e fácil de carregar) me deparei com tua resenha através do Google. Por enquanto meu bolso não está preparado para essa GF1, por isso andei pesquisando outras e se não for tomar teu tempo gostaria de uma opinião (se outros internautas se habilitam, as opiniões também serão bem-vindas) sobre os modelos: CANON POWERSHOT S90, PANASONIC LUMIX DMC-FZ35 (na Europa é 38 e tem essa com uma diferença grande de preço http://www.amazon.co.uk/Panasonic-DMC-FZ38EB-K-12-1MP-Hybrid-Digital/dp/B0036R2EBM/ref=sr_1_1?ie=UTF8&s=electronics&qid=1267661546&sr=8-1) e a CANON POWERSHOT G11. É para o meu dia-a-dia, registros do cotidiano e macros que eu muito aprecio. Caso tenha outra sugestão nessa mesma linha, será bem-vinda. Desde já eu agradeço.
Cristian
Não sou o Clicio, mas testei a Panasonic FZ35 e a achei uma delÃcia de usar, com custo/benefÃcio excelente.
A Canon G11 é muito popular entre fotógrafos profissionais como máquina de bolso, mas em termos de óptica e recursos pertence a uma categoria claramente diferente da FZ35.
Olá Mario. Obrigado pela sua resposta. Seria a G11 mais profissional e a FZ 38 mais para um amador avançado? Gostaria, se vc puder, me esclarecer quais seriam essas categorias. Como mencionei acima tem esse outro modelo aqui, a FZ 38EB-K HYBRID SUPER ZOOM DIGITAL (389 libras) enquanto que a FZ 38 custa 249 libras. Esse preço é na Amazon.co.uk. Vc sabe o que seria o HYBRID? É quase o mesmo preço da G11 que custa 395 libras. Se preferir, pode enviar para o meu e-mail, cfdreyer@gmail.com. Obrigado.
Ah, Mario, como a FZ38 (35) se comporta em iso alto? E como é a sua de bolso? Também andei olhando a Lumix LX3. Dessas que mencionei qual vc sugere?
Obrigado.
Sim, a G11 pretende atingir um pessoal mais avançado e tem controles similares aos de uma SLR, com seletores rotativos de função no topo, sapata de flash, saÃda em RAW… mas compacta é compacta. Por uma pequena margem ainda aposto mais na GF1, especialmente com o atrativo da óptica. HÃbrida refere-se exatamente a ser um tipo de câmera intermediário entre amador e profissional. A LX3 é um bicho totalmente diferente, uma versão moderna das Leicas de bolso.
Olá Mário. Como são os controles de ajuste de velocidade e abertura no modo manual na FZ35? Obrigado
A informação sobre os controles da máquina está lindamente apresentada aqui:
http://www.dpreview.com/reviews/panasonicGF1/page8.asp
E em caso de mais dúvida, tem o download do manual em PDF:
http://dlc.panasonic-europe-service.com/EUDocs/GetDoc.aspx?did=175430&fmt=PDF&lang=en&src=3&uilang=en-GB&model=DMCGF1
Olá Mario. Dando mais uma pesquisada encontrei esse site: http://www.imaging-resource.com/PRODS/KX/KXA.HTM
Talvez vc já conheça. Achei-o bem interessante. E dando mais uma pesquisada e uma pensada vi a opção de comprar uma DSLR, uma das mais baratas e com bom aproveitamento em ISO 3200 e até 6400 seria a Pentax K-x. Você a conhece? Achei ela semelhante à GF1, porém com melhor empunhadura.
Desde já agradeço.
Como depois de escolher a marca fica-se preso à s objetivas compatÃveis, é a principal decisão a tomar. Não sei como está a estrutura de vendas e suporte para SLRs e objetivas Pentax no Brasil. Tradicionalmente a escolha é entre Nikon e Canon, e mais recentemente também a Sony.
Através da sua dica sobre lentes, dei uma olhada na Sony. Dentro da faixa de preço que eu disponho há a A230, A330, A380 e A450 que será lançada agora em março.
Olá a todos ! Legal, Clicio, eu realmente precisava de um review postado por alguém confiável ! Estou pensando em comprar uma dessas só para poder usar um bando de lentes Leica que tenho por aqui. Como fica a focalização em lentes manuais ? Existe confirmação de foco ?
Hey! Ando procurando uma camera, e gostei muito da Lumix GF1, mas resolvi pesquisar e encontrei sua resenha… Excelentes informacoes! Estou em duvida por qual lente optar, a pancake ou a 14 – 45mm. Encontrei tb o LUmix GH1 E G2, mas acho q eh demais pra mim!
Oi Clicio.
Estou cuidando e gostando muito da tua ex-amada GF1. Está recebendo o mesmo carinho que a ela dedicavas. No domingo ela já passeava na agradável companhia de minha companhia pelo Itaimbezinho (Aparados da Serra).
Esguia, leve e pelas circunstâncias que a conheci, a chamo de Gisele Smurf (eheheh).
Como nem vc se acostumou com todas as manhas e virtudes de Gisele, tô na espera do manual para continuar a tratando com merece…
Um abraço do gaúcho do encostado da cerca do BR, que mora na Rua Josefina Corsetti, 540 / Bairro Petrópolis / 95-70-640 / Caxias do Sul, RS
Realmente é uma câmera bem legal. Comprei um adaptador micro 4/3 para rosca M39 e estou usando algumas objetivas bem interessantes nela, como por exemplo, a Voigtlander Skopar 50/2.5 (tenho um set de 15 a 90 mm) com resultados excepcionais. Outras lentes legais são as soviéticas Jupiter-9 (85/2) e I-61L/D (55/2.8, vidro de lantânio). Quanto ao Silkypix, uso desde o tempo da Panasonic FZ-20 e hoje uso a versão Pro, que está um espetáculo (tem mais coisas que a que vem com a GF1), abrindo quase todo tipo de raw imaginável, até os da Sigma DP/SD. Aliás uso como meu “tratador de raw” padrão. Na verdade eu comprei esta câmera só para poder usar as minhas lentes M39 nela hehe ! =)
Oi Clicio,
Achei seu review procurando informações sobre essa máquina. Muito bom inclusive os comentários! Mas ainda tenho uma dúvida básica. As duas lentes padrão (zoom e pancake) são adequadas a que tipo de uso? Estou com um dilema de qual comprar.
abç
Me intrometendo, já que Clicio possivelmente não está mais acompanhando estes comentários: a pancake e a zoom são tão diferentes que o ideal é adquirir as duas. Com a pancake, a câmera cabe numa bolsa pequena – mas ainda não na maioria dos bolsos. Contudo, com a abertura maior ela rende retratos excelentes e permite rendimento muito maior sob baixa luz. A zoom é indicada para uso geral.
Bom, mario, eu leio sim.
Mas muito obrigado pela resposta. Eu decidi que a 14~45 era mais versátil e não me arrependi, adorei o desempenho dela; já o Dorival comprou a pancake e também adorou.
Acho que as duas…
Prezados,
Estou querendo sair dos equipamentos pesados (já os vendi), e passar para a GF1, mas tenho uma dúvida, o foco manual é na lente ou é no LCD ?
Em tempo: os comentários do CLICIO são otimos.
Grato….Raimundo.
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